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O CÂNCER DA PELE
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Queratoses actínicas: estas lesões muito frequentes não são câncer da pele. Determinadas queratoses podem evoluir no sentido do câncer da pele.
• O que é?
A queratose actínica ou queratose solar caracteriza-se por um espessamento persistente à superfície da pele.
É rugosa ao toque (como lixa) e representa o alerta de uma pele que perdeu as suas capacidades naturais de defesa face aos UV.
São consequência de exposições prolongadas e repetidas ao sol. Afeta apenas as zonas expostas.
• A quem afeta?
As queratoses actínicas são muito frequentes em indivíduos com pele clara e hábitos de exposução ao sol. Surgem normalmente em pessoas com mais de 50 anos e são mais frequentes em algumas profissões: agricultores, velejadores, esportes ao ar livre, empregados da construção civil, etc.
Atenção: as queratoses actínicas podem surgir em indivíduos sem fatores de risco identificados: fique atento. Se detectar uma lesão suspeita, consulte imediatamente o Dermatologista.
• É grave?
A queratose actínica é o testemunho de uma modificação dos tecidos induzida pelos UV. A pele apresenta um risco acrescido de desenvolvimento de carcinomas espinocelulares.
Os Dermatologistas recomendam a eliminação das queratoses actínicas e o acompanhamento regular dos pacientes de risco.
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A queratose actínica é o testemunho de uma modificação dos tecidos induzida pelos UV. A pele apresenta um risco acrescido de desenvolvimento de carcinomas espinocelulares
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O carcinoma: o mais frequente e mais fácil de tratar quando diagnosticado precocemente.
• O que é?
É o mais comum dos câncer da pele causado, sobretudo, por exposições solares frequentes e repetidas.
O carcinoma basocelular é o mais generalizado: representa 90% dos casos de câncer da pele.
Favorecido pelos golpes de sol na idade adulta, 20% dos indivíduos com mais de 50 anos são sujeitos de risco. Não dão origem a metástases.
O carcinoma espinocelular (10% dos casos) caracteriza-se por um risco mais elevado, podendo, dependendo da localização (orelhas ou lábios), levar ao aparecimento de metástases.
• A quem afeta?
Todos podem ser afetados. Os carcinomas são, no entanto, mais frequentes em indivíduos com pele clara e hábitos de vida ao sol.
• É grave?
Os carcinomas raramente são mortais. Evoluem lentamente. O diagnóstico precoce permite um tratamento mais fácil e aumenta a possibilidade de cura. Recomenda-se a consulta imediata do Dermatologista, caso surja alguma lesão suspeita. A identificação tardia, tendo em conta a localização frequente no rosto, pode dar origem a várias cicatrizes incómodas e inestéticas.
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O CARCINOMA
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O melanoma: o diagnóstico precoce é vital .
• O que é?
É um tumor maligno que tem origem nos melanócitos, células que produzem a melanina (pigmento que dá origem ao bronzeado). Manifesta-se habitualmente por uma mancha negra, numa pele sã, raramente a partir de um sinal pré-existente. O melanoma parece decorrer de exposições intensas e de curta duração, sobretudo aquelas que provocam queimaduras solares.
• A quem afeta?
Contrariamente aos carcinomas, o melanoma pode surgir em todas as idades: apesar de 50% dos melanomas afetarem pessoas com mais de 50 anos, este é um dos tipo de câncer mais frequentes no adulto jovem (a idade média de diagnóstico actualmente estimada é 30 anos).
• É grave?
Mesmo sendo o mais raro, o melanoma maligno é considerado o câncer da pele mais “relevante” . Dada a sua capacidade de metastizar, deverá ser diagnosticado o mais cedo possível. Quanto mais precoce o diagnóstico, maior a probalidade de cura.
Na maioria dos casos, pode obter-se a cura completa de um melanoma se o tratamento for efetuado na fase inicial de desenvolvimento. Recomenda-se a consulta imediata do Dermatologista, caso surja alguma lesão suspeita.
A luta contra o câncer da pele está directamente associada ao estado de evolução sobre o qual o tratamento médico ou cirúrgico vai atuar. Consulte regularmente o Dermatologista para um controlo periódico dos seus sinais.
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O MELANOMA
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